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Postado por <brasilbrokersoficial>
25 jan

No dia 25 de janeiro comemora-se o aniversário da cidade de São Paulo, que este ano completa 459 anos. Para celebrar a data, preparamos um texto contando rapidamente a história da maior cidade do país e selecionamos algumas obras que se tornaram pontos turísticos por conta de sua arquitetura um tanto quanto “diferenciada”.

A capital paulista foi descoberta em 1554, quando os padres Manuel da Nóbrega e José Anchieta fundaram o Colégio dos Jesuítas, com a intenção de estabelecer uma instituição para a educação indígena na região. Desde então, o Pátio do Colégio, no centro da cidade, é considerado o marco zero na fundação de São Paulo.

Pátio do Colégio / Crédito: Caio Pimenta (SP Turis)

Depois dos ciclos econômicos e a vinda de imigrantes de todos os cantos do mundo, a antiga vila cresceu e se tornou o maior centro econômico da América Latina. Com o tempo e a prosperidade, a cidade ganhou diversas obras arquitetônicas e inúmeros arranhas céus, cada um com uma história e curiosidade interessante. Listamos algumas obras que se tornaram pontos turísticos e que valem pena conferir:

 

Edifícios do Parque do Ibirapuera / Crédito: Caio Pimenta (SP Turis)

 Edifícios do Parque Ibirapuera: O parque possui três obras arquiteto Oscar Niemeyer. Auditório – projetado nos anos 1950, mas erguido apenas em 2004, o Obelisco e a Oca, projetada em 1954. As três obras são um dos principais conjuntos arquitetônicos da capital paulista.

 

Edifício Copan / Crédito: Caio Pimenta (SP Turis)

  Copan: O edifício também foi projetado por Oscar Niemeyer para as comemorações do 4º centenário da cidade de São Paulo, em 1954. A obra, porém, só foi inaugurada 12 anos mais tarde, em 1966. O edifício (feito com a maior estrutura de concreto armado do país), ficou famoso pelo seu formato ondulado, tem 115 m de altura, 32 andares e 120 mil m² de área construída. Em seus 1.160 apartamentos vivem cerca de 5.000 pessoas.

Masp / Crédito: Caio Pimenta (SP Turis)

Masp: Considerado um dos principais museus de arte ocidental do Hemisfério Sul, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) foi erguido na Avenida Paulista em 1968, pelo precursor da mídia Assis Chateaubriand. Projetado pela arquiteta modernista italiana Lina Bo Bardi, o edifício sede do museu tem 11 mil m² divididos em cinco pavimentos, além de exibir um amplo vão livre, que serve como espaço para feiras e exposições ao ar livre no meio da Av. Paulista.

Estação da Luz: Ocupando uma área de mais de 7.000 m² no coração de São Paulo, a Estação da Luz foi aberta ao público em março de 1901, como a principal estação ferroviária da cidade. A arquitetura do edifício, inspirada no estilo vitoriano e assinada pelo britânico Charles Henry Driver fez referência para vários monumentos como o Big Ben e a Abadia de Westminster. A fachada tem 150 m de comprimento e a famosa torre do relógio chega a 50 m de altura, sendo que grande parte de sua estrutura foi trazida da Europa e, em 1946, a estação foi parcialmente destruída por um incêndio. Após passar por inúmeras reformas, a obra foi tombada, em 1982, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat).

Edifício Itália: O edifício Itália, no centro da capital paulista, foi projetado nos anos 1960 pelo arquiteto Adolf Franz Heep e tem 165 m de altura. Com 46 andares, 19 elevadores, 6.000 m² de vidro e capacidade para 10 mil pessoas, o prédio abriga o Circolo Italiano (uma das mais tradicionais sedes da comunidade italiana em São Paulo), além de um restaurante no terraço do prédio famoso pela comida Italiana refinada.

Teatro Municipal de São Paulo: Projetado por Ramos de Azevedo, Cláudio Rossi e Domiziano Rossi, o Theatro Municipal de São Paulo foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. A arquitetura do edifício foi influenciada pela Ópera de Paris e sua fachada exibe traços renascentistas barrocos do século 17. Em seu interior, o visitante pode admirar uma enorme coleção de obras de arte: bustos, bronzes, medalhões, paredes decoradas, cristais, colunas neoclássicas, vitrais, mosaicos e mármores. O espaço foi restaurado em 2011 (ano de seu centenário).

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