Escolha a Cidade:

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31 out

Hoje os EUA comemoram o dia das bruxas, mais conhecido como Halloween. Apesar de ser uma data tipicamente norte-americana, a comemoração vem ganhando cada vez mais adeptos aqui no Brasil. O Blog da Brasil Brokers conversou com a arquiteta Tatiana Sant’Anna, da Amarelo Factum, sobre como preparar a casa para receber os amigos e comemorar a data no clima.

De acordo com a arquiteta, deve se usar muito o preto e roxo e também o laranja na decoração. Vale comprar tecidos dessas cores para decorar a mesa da sala. Para iluminar o ambiente, Tatiana recomenda que se abuse das velas (com segurança) e vale trocar a lâmpada da sala pela conhecida luz negra, o que dará um tom soturno no local.

Crédito: © Joe Schmelzer/Beateworks/Corbis

“Vale dar uma passadinha em locais de comércio popular como a Rua 25 de março, em São Paulo, a SAARA, no Rio de Janeiro, e também nas grandes lojas de departamento para comprar os diversos itens para decorar o imóvel. Com R$ 200 reais é possível sair com uma bolsa lotada de coisas bacanas como móbiles de fantasmas e morcegos, abóboras de plásticos e tecidos que parecem mais teias de aranha para fixar nas cortinas”, indica a profissional.

Crédito: © Kim Hale-LuckyPix-Corbis

Por fim, Sant’Anna comenta que fica bacana também espalhar bolas de festas com tons escuros pela casa e que também faz o maior sucesso comprar um caldeirão de plástico de bruxa, acrescentar água e colocar um pedaço de gelo seco. “O efeito é bem legal e surpreenderá os convidados”.

Divirta-se!

Crédito: © Jamie Grill/Tetra Images/Corbis

Postado por <brasilbrokersoficial>
25 out

As cidades são organismos vivos em constante mutação. Intervenções urbanas e novas construções contribuem para alterar constantemente a topografia de bairros e mesmo regiões inteiras. Outro elemento deste eterno mosaico em andamento, entre outros, é a restauração de prédios antigos.

São Paulo acaba de receber um exemplo desta última categoria. Um prédio de 1926, onde funcionava a antiga sede de distribuição de luz da Eletropaulo, foi modificado e restaurado para receber um projeto que foca em arte e música na cidade de São Paulo, batizado de Red Bull Station. Localizado na Praça da Bandeira, coração de São Paulo, o espaço de 2.150m2 foi tombado em 2002 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP).

Após a restauração da fachada e uma reforma de 5 meses para adaptação ao novo uso, o espaço ficou pronto e bem diferente, mas foram preservados os principais conceitos arquitetônicos do prédio. Elementos como vigas, janelões e portas foram mantidos e integrados ao processo de restauração. As principais alterações tiveram como foco melhorar a circulação interna do prédio, com o intuito de proporcionar maior fluidez no deslocamento entre os espaços.

O escritório Triptyque, que assina o projeto de arquitetura e reforma, foi responsável pelas intervenções que deram um ar de modernidade no espaço – como as escadas externas e a marquise da cobertura, que criará um novo ambiente no topo do prédio, com vista para o centro da cidade. A cobertura foi criada por uma placa metálica que é chamada de folha.

Abaixo imagens do projeto:

Fachada Red Bull Station

Projeto 3D de um dos ambientes

Serviço:

O Red Bull Station será inaugurado para o público no dia 1 de novembro e funcionará de terça a sábado, das 11h às 21h. O acesso é gratuito.

Praça da Bandeira, 137. Centro, São Paulo, SP.

 

Em Inovação
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23 out

Os projetos de construção de prédios residenciais desenvolvidos a partir de 19 de julho deste ano deverão seguir a nova Norma de Desempenho da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece critérios mínimos de desempenho dos edifícios. A boa notícia – e que mais deve agradar a futuros moradores – é a construção de paredes com revestimento acústico e isolamento térmico.

Com isso, a adequação às novas bases exigidas pela ABNT abre a perspectiva de amenizar as constantes tensões entre vizinhos que reclamam do barulho que vem do apartamento ao lado. Já pensou que alívio deixar de ouvir as brigas dos outros moradores do prédio, ou as conversas intermináveis em alto e bom som noite a dentro?

A medida vai exigir que materiais usados para reduzir ruídos externos nas esquadrias (portas, janelas, venezianas) tenham tecnologia compatível com as especificações definidas. Com isso a expressão “as paredes têm ouvidos” tende a desaparecer.

Imagem: © Morgan David de Lossy/Corbis

Em Mercado Imobiliário
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19 out

Comprou um apartamento na planta, ele ficou pronto, você pegou as chaves, e precisa fazer todo o acabamento, e agora? Como escolher os materiais mais adequados?

Pensando nisso vamos fazer uma série para te ajudar a escolher os produtos mais adequados de acordo com seu gosto e apartamento.

Nesse post vamos falar sobre o piso, para isso contamos com a ajuda da Arquiteta Vivi Cirello. Fizemos para algumas perguntas para ela que podem te ajudar na escolha, seguem as respostas e um pequeno guia sobre os materiais mais usados ultimamente.

Confira algumas dicas da arquiteta:

Se seu apartamento é pequeno, desses com sala e cozinha integrada, o ideal é optar pelo mesmo piso?

 Sim, o ideal seria usar o mesmo piso para dar continuidade e com isso uma sensação de espaços mais amplos. Mas também devemos levar em consideração o tipo de piso e o uso da cozinha. Por exemplo: eu não indicaria assoalho de madeira em uma casa com moradores adeptos à fritura. O piso absorveria essa “gordura”. Para esse cliente indicaria um piso frio, como um porcelanato, ou um piso vinílico que imita madeira.

Deve-se levar em conta a direção do sol? Isso pode estragar alguns materiais de piso? Qual seria o mais adequado para apartamentos que batem muito sol?

Sim, o assoalho de madeira pode “queimar” com o sol. Para apartamentos que batem muito sol o ideal são pisos sintéticos (artificiais) como porcelanatos e pisos vinílicos. Uma boa opção também é um mármore impermeabilizado.

E caso contrário, em apartamentos que não batem luz do sol, quais opções deixam o ambiente mais quente?

Indiscutivelmente o assoalho de madeira aquece um ambiente.

É importante verificar a espessura dos materiais?

Sim, principalmente se houver mudança de piso na casa. A mudança pode existir, mas sem desníveis para não dar diferença de espessura no piso de um ambiente para o outro.

Hoje no mercado existem materiais coloridos e com muita textura, para apartamentos esses pisos são indicados?

Eu não colocaria um material no piso colorido, pois pode cansar e o piso é para durar muito. Não é algo para mudar sempre. Sou adepta de uma base neutra e o uso de cores em móveis e acessórios.

Recomenda o uso de algum material para os apartamentos? Se sim, porque?

Recomendo assoalho de madeira e mármore. Também recomendo porcelanatos para clientes práticos. Para obras rápidas e, principalmente, para reformas indico o vinílico, pois pode ser aplicado sobre o piso existente. Isso economiza tempo, mão de obra e material.

Seguem algumas descrições de pisos:

* Madeira (assoalhos, tacos e piso pronto): Pode ser utilizada tanto na área social como na área íntima do apartamento.  Após a instalação, que dependerá do tipo de peça que você escolheu, as peças serão lixadas e receberão uma resina protetora.

*Vinílico: É produzido com resina de vinil (pvc), quase sempre reciclada, sua superfície é texturizada e estampada, de modo a imitar outros acabamentos. Parecem muito com madeira, mas são mais baratos e fáceis de aplicar. Esse tipo de piso pode ser aplicado sobre outro que já exista, o que reduz custos na obra e no tempo de aplicação. No mercado já existem diversas cores e modelos que imitam muito madeira. Outro aspecto positivo é a facilidade de limpeza. Já saem de fábrica com película protetora.

* Pisos laminados: recebem este nome porque são feitos a partir de um substrato revestido com lâminas, que podem ser de madeira natural, no caso dos pisos laminados de baixa resistência, ou de celulose, que são os de alta resistência. Mais baratos que os pisos de madeira, são de fácil instalação e fáceis de limpar.  Não se esqueça de pedir a colocação da submanta acústica, para diminuir os ruídos.

* Cerâmicas e porcelanatos: significam praticidade, resistência e pouca absorção de água. Do grupo dos pisos frios, são ótimas alternativas para apartamentos em regiões quentes. Há uma vasta diversidade de padrões e acabamentos: lisos, brilhantes, acetinados, opacos. E a variedade no tamanho das peças também impressiona. Atualmente, a tendência são as placas de grandes dimensões, como 1,0 m x 1,0 m. Mas só opte por elas se o seu apartamento tiver dimensões generosas. Caso contrário, não vale a pena investir em peças grandes, porque, em geral, elas são mais caras e você terá de fazer muitos recortes.

* Pedras (mármores, granitos, limestone etc.): representam nobreza, praticidade e durabilidade. Os pisos de pedras naturais fazem parte do grupo dos pisos frios. Podem durar muitos anos, desde que cuidados de forma correta. Um pano úmido é suficiente para a limpeza e é aconselhável evitar produtos químicos, que podem manchar as pedras com o tempo. Procure utilizar pedras menos porosas, pois serão menos absorventes. Como são naturais, os veios e a tonalidade das placas podem variar de uma peça para outra. Portanto, se você quer uniformidade esse não é o seu produto. E para que não haja variações gritantes de tonalidade, procure sempre comprar peças de um mesmo lote.

Em Decoração
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17 out

Nas grandes metrópoles do mundo, onde a falta de espaço é comum e o preço do metro quadrado é mais alto, os imóveis pequenos são a nova regra.

Essa tendência está chegando ao Brasil. O fenômeno é mais comum na capital paulista, mas outros centros também começam a vivenciar essa situação, como Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiânia.

Em São Paulo, onde a casa própria está cada vez menor, a área média dos imóveis diminuiu 30% desde 2007 enquanto o mercado de apartamentos de um quarto explodiu. Enquanto as vendas no setor cresceram 46%, comparando-se o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2012, no segmento de um dormitório o salto foi 330%, segundo dados do Secovi.

A expectativa é que até o fim do ano de 2013 sejam comercializados entre 7,5 mil e 8 mil unidades nessa configuração.

“Nesse segmento, 90% das unidades são adquiridas por investidores” diz Bruno Vivanco, vice-presidente comercial da Abyara Brasil Brokers. Mas a demanda por apartamentos pequenos também é motivada pelo estilo de vida de quem mora nos grandes centros urbanos, onde as pessoas preferem viver perto do trabalho, dos eixos de transporte coletivo e em áreas onde seja disponível uma vasta gama de serviços. Além disso, vale considerar que as pessoas passam cada vez menos tempo em casa e o tamanho das famílias diminuiu muito ao longo dos anos.

E você? Tem em vista algum imóvel para chamar de seu?

 

 

Em Institucional
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12 out

Em Institucional
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11 out

A casa tem todos os seus espaços definidos e em utilização e a família recebe a notícia de que vai ganhar mais um integrante. Porém, não tem como fazer uma obra no momento para preparar um cômodo a fim de abrigar o novo morador. O jeito será dar novos destinos a alguns espaços em uso para se adequar a nova realidade. Como, por exemplo, transformar o quarto que era usado como escritório em quarto do bebê.

De acordo com a arquiteta Lulu Andrade, uma dica é a de aproveitar os imóveis existentes dando uma nova funcionalidade. Por exemplo: a antiga escrivaninha do escritório pode virar um móvel para trocar as fraldas do bebê. “Como a escrivaninha é mais baixa que uma cômoda é possível adaptar a altura comprando ou mandando fazer um trocador de fraldas acolchoado que ficará apoiado sobre o móvel”, explica a profissional.

Os adesivos coloridos são uma opção para dar uma nova cara ao móvel que está sendo reaproveitado para o quarto do bebê. Crédito: Adoro Arquitetura

A outra dica é investir na iluminação. De acordo com a arquiteta, luminárias de papel são uma ótima solução para quem está com a verba curta, sem contar que permite se criar um clima aconchegante para que o bebê durma e que a mãe se sinta confortável durante a amamentação.

Geralmente os pais preferem que o quartinho do bebê seja todo em tons claros, inclusive os móveis. Para Lulu, não há nenhum mal nisso, mas ela sugere que se ouse um pouquinho e se escolha algum elemento para que seja colorido. Podendo ser em uma parede, a estampa das almofadas ou os nichos ou prateleiras onde ficarão os brinquedos. “Cores vibrantes estimulam as crianças e elas adoram”, completa.

Antigo escritório da casa transformado em quarto de bebê, a arquiteta Lulu Andrade sugeriu fazer desenhos com cores fortes nas paredes para “quebrar” o branco dos móveis. Crédito: Adoro Arquitetura

Em Decoração
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09 out

A chegada dos Jogos Olímpicos de 2016 está mexendo profundamente em grande parte da cidade do Rio de Janeiro. Isso é mais visível na Zona Portuária carioca, que passou por décadas de abandono até a chegada da Operação Urbana Porto Maravilha. O projeto é um dos mais importantes legados olímpicos e simboliza a retomada de uma área que é berço cultural da cidade. Ao todo serão revitalizados na região cerca de 5 milhões de metros quadrados de área.

Ações para a valorização do patrimônio histórico da região, bem como a promoção do desenvolvimento social e econômico para a população estão dentro do escopo do Porto Maravilha. Dentro desse pacote, encontram-se dois equipamentos urbanos que darão uma nova cara a região: o Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), já aberto para visitação; e o Museu do Amanhã, em construção, no Píer Mauá. Em 2016, o porto do Rio será referência em cultura, lazer e qualidade de vida.

Para quem mora no Rio ou não, a prefeitura publicou no seu site Cidade Olímpica um vídeo que dá uma boa ideia de como será essa modernização e como ficará toda essa área. Afinal estão previstos a construção dequatro quilômetros de túneis, a reurbanização de 70 quilômetros de vias e 650.000 m² de calçadas, a reconstrução de 700 quilômetros de redes de infraestrutura urbana (água, esgoto, drenagem), implantação de 17 quilômetros de ciclovias, o plantio de 15.000 árvores, a demolição do Elevado da Perimetral (quatro quilômetros) e a construção de três novas estações de tratamento de esgoto.

 

 

 

 

 

 

 

 

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07 out

A luxuosa mansão Casa Casuarina em South Beach (Miami), onde o designer italiano Gianni Versace morou e foi assassinado em 1997, foi arrematada nesta última terça-feira (01/09/2013) em um leilão por US$ 41,5 milhões pela família Nakash, dona da marca Jordache Jeans.

Ao término do leilão, Joe Nakash, novo dono da mansão e proprietário do hotel Víctor, localizado ao lado, anunciou sua intenção de pedir permissão à família de Versace para utilizar seu nome e operar a mansão como um novo hotel.

Só para participar do leilão, os interessados precisaram assinar um termo de confidencialidade e fazer um depósito de US$ 3 milhões, além de demonstrar a capacidade de pagar pelo menos US$ 40 milhões pela casa.

Anunciado com lance mínimo de US$ 25 milhões, o imóvel da década de 1930 tem 2.100 metros quadrados, três andares em estilo mediterrâneo, 10 dormitórios, 11 banheiros e uma piscina com detalhes de ouro 24 quilates.

Em 1997, Versace foi baleado e morto por um serial killer na entrada da mansão. Três anos depois, a família do estilista vendeu o imóvel a Loftin, que faliu e há mais de um ano tentava vender a mansão.

Nos últimos anos, a mansão vinha sendo usada como clube privado e hotel boutique. Versace havia comprado o imóvel em 1992, por US$ 2,9 milhões. Ele então adquiriu o hotel vizinho e gastou 33 milhões de dólares em reformas para acrescentar uma nova ala.

Seguem mais fotos da mansão extravagante de Versace:

Mansão Versace do lado de fora

Imagem da piscina

Uma das 10 suítes da mansão Versace

Em DIversos
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03 out

A Brasil Brokers fechou acordo de exclusividade de vendas dos empreendimentos da construtora Leduca, no Rio de Janeiro. A parceria prevê somente para o fim deste ano o lançamento de seis empreendimentos que, juntos, totalizam um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 519 milhões – em mais de 900 unidades à venda. Os empreendimentos se localizam nos bairros da Tijuca, Taquara, Recreio e no município de Mangaratiba. 

“Nos sentimos muito prestigiados com essa parceria. É a certeza de que o serviço que prestamos gera resultado positivo para os nossos clientes”, diz Ariovaldo Rocha Filho, diretor geral da Brasil Brokers no Rio de Janeiro. Para a Leduca, as expectativas são as melhores: “Esse acordo significa a união entre a qualidade dos nossos produtos e o trabalho diferenciado de vendas da imobiliária”, destaca Paulo Marques, sócio-diretor da Leduca.

Imagem: Empreendimento Heaven, da Leduca, que será lançado no fim de outubro, no Rio de Janeiro

Em Institucional
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