Escolha a Cidade:

Postado por <brasilbrokersoficial>
21 jan

É cada vez maior o número de condomínios que oferecem serviços pay-per-use (pague por uso) aos moradores. Construtoras de vários estados estão apostando nesta fórmula que inclui facilidades como lavanderia, babá para crianças, arrumação e limpeza, pequenos reparos, entre outros.

De acordo com o diretor geral da Brasil Brokers no Rio de Janeiro, Mario Amorim, uma vantagem a respeito dos empreendimentos com o sistema pay-per-use é que o pagamento pelos serviços é pago diretamente pelo proprietário e não onera a taxa condominial de todos os moradores. Em termos de vendas, Amorim comenta: “Esses condomínios geralmente têm as vendas mais rápidas. Possuem maior liquidez devido a essa gama de atrativos para os futuros residentes”.

O empreendimento Adamant Rio Metropolitan, da Castelari Construtora, em São João de Meriti (RJ), contará com serviços pay-per-use tanto para a parte residencial quanto para a comercial.

Para o superintendente de Atendimento da Brasil Brokers Galvão em Curitiba, Felipe Magalhães, o modelo é ideal para pessoas solteiras ou para casal sem filhos, que querem usufruir de maior comodidade, e para investidores que tenham intenção de colocar essas unidades para locação. “Além dos habituais serviços como arrumadeira, pequenos reparos e de lavanderia, as construtoras estão procurando ampliar essas ofertas para esses futuros moradores. Há empreendimentos que contam com concierge 24 horas, dog walker e personal trainner, por exemplo”, explica Magalhães.

Ambos os executivos ressaltam um outro ponto a favor dos pay-per-use: os profissionais e empresas contratadas para prestar os s serviços já possuem uma referência, o que garante uma maior segurança para os moradores.

Além dos tradicionais serviços pay-per-use, o empreendimento Igloo, da BKO Engenharia, em Curitiba (PR), oferecerá concierge 24 horas, dog walker e personal trainner.

Em Mercado Imobiliário
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17 jan

Projeto de sala de estar por estúdio MSWW - www.msww.pl

A iluminação é um dos elementos mais importantes nos projetos de decoração e cada vez mais o LED tem sido o queridinho dos arquitetos e decoradores. Para aqueles que querem dar um toque especial em algum ambiente da casa sem gastar dinheiro com grandes reformas ou com móveis novos, as lâmpadas e fitas de LED são ótimas opções.

As vantagens do LED (Light Emitting Diode em inglês, ou diodo emissor de luz) são inúmeras, é possível obter economia de energia devido ao menor consumo, durabilidade em relação às lâmpadas incandescentes e fluorescentes e uma vasta quantidade de cores.

A substituição das lâmpadas comuns pelos LEDs, é simples, considerando que muitos modelos têm a mesma base das lâmpadas convencionais. Estudiosos afirmam que há uma economia de 95% no consumo de energia na troca de uma lâmpada comum por uma LED.

O valor das lâmpadas de LED é alto e isso pode ser considerado um obstáculo. Mas o investimento é compensado, o LED tem vida útil muito mais longa, podendo durar até 100 mil horas, ou seja, aproximadamente 25 vezes mais do que as lâmpadas incandescentes e três vezes mais do que as lâmpadas fluorescentes compactas.

Fita de LED utilizada para iluminar a cabeceira da cama dá um ar aconchegante ao quarto / Crédito: Blog Led + Led

Além das lâmpadas, outra opção que vem sendo bastante utilizada são as fitas de LED, que são vendidas por metro e fáceis de aplicar, possuem uma camada adesiva que ajuda na instalação. Elas proporcionam um toque de charme e sofisticação em qualquer ambiente e podem ser encontradas em várias tonalidades. Um rolo com 5 metros custa em torno de R$ 40,00 (quarenta reais).

A possibilidade de uso do LED na decoração é infinita. Ele pode ser aplicado em jardins, lavabos, quartos, halls, degraus, armários, nichos, escadas, sancas de gessos, enfim, em diversos espaços.

Use sua imaginação e divirta-se!

Para os mais modernos, as lâmpadas coloridas de LED fazem a diferença / Crédito: Blog Pontto Lavabo

Toque de luxo na piscina com luzes azuis de LED / Crédito: TwoSevens.com

 

Em Decoração
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14 jan

O Senado Federal está analisando um projeto de lei que incentiva condomínios residenciais, comerciais e prédios públicos a implementar sistemas de coleta, armazenamento e uso de águas pluviais. O projeto prevê a diminuição de 50% na taxa do serviço público de drenagem pluvial urbana para os edifícios e casas que tiverem sistema de captação de água da chuva.

Caso passe pelo Senado, a nova lei vai propor também a criação de programas que estimulam a adoção de medidas para acabar com vazamentos na rede de abastecimento, e a instalação de dispositivos como bacias sanitárias de volume reduzido de descarga.

Mesmo com o tema ainda em debate, várias construtoras pelo país já adotam este tipo de medidas nos seus novos empreendimentos. Para a diretora de Marketing da Abyara Brokers, Paola Alambert, toda iniciativa em prol da sustentabilidade é válida e conta pontos positivos à imagem da construtora junto público final. “É muito importante que medidas como o reuso de águas pluviais sejam adotadas. Qualquer coisa que evite o desperdício será bem-vinda”, comenta a executiva.

Na opinião de Mario Amorim, diretor geral da Brasil Brokers no Rio de Janeiro, a utilização de recursos para captar a água da chuva é uma tendência nos novos projetos. “O mercado como um todo apóia essa iniciativa que só traz benefícios, como a economia que os condomínios terão com a conta de água, por exemplo”, conta Amorim.

 

O projeto do empreendimento Outside, da construtora carioca Leduca, possui sistema para a coleta de águas pluviais. As unidades estão sendo comercializadas pela Brasil Brokers no Rio de Janeiro.

 

Em São Caetano do Sul (SP), o projeto do empreendimento comercial SAO International Square, da Gafisa, também contará com sistema para reuso das águas das chuvas. As unidades estão sendo vendidas pela Abyara Brokers.

 

Em Mercado Imobiliário
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10 jan

Crédito: Mundo das Tribos

Tem sensação mais gostosa do que entrar em casa e sentir aquele cheirinho gostoso no ar? Um ambiente perfumado é tão importante quanto a limpeza e a decoração do espaço. Você já reparou como algumas fragrâncias influenciam no nosso humor, deixando-nos mais relaxados e de bem com a vida? Especialistas acreditam que o cheiro é capaz de proporcionar bem-estar e entreter pessoas que estão no mesmo local.

Hoje em dia, podemos encontrar diversos produtos no mercado para deixar a casa perfumada e garantir um clima agradável. As opções são varetas (sticks) que duram mais tempo e espalham o aroma enquanto houver líquido; incensos que podem ser utilizados até três hastes de uma só vez; águas de cheiro e sprays usados em ocasiões específicas já que seu cheiro se dispersa de forma rápida; velas que criam um clima romântico; difusores (com velas ou elétricos) que espalham o perfume até 30m²;  sachês que também podem ser usados como parte da decoração; e pot-pourri que nada mais é que um mix de especiarias e que deixa um perfume agradável no ar.

Para a arquiteta Camila Klein, o uso de ervas secas, pot-pourri em bowls, águas de cheiro sempre proporcionam um aroma muito agradável ao ambiente. Para ambientes maiores o uso de difusores e óleos essenciais naturais conseguem perfumar muito mais o ambiente. “O segredo é o mesmo para perfume nas pessoas, nunca exagerar”, alerta.

As fragrâncias também são inúmeras e vão desde aromas de plantas, frutas, flores, madeiras e temperos, a essências mais requintadas. “Como as cidades brasileiras, são ensolaradas e quentes, uma boa sugestão são aromas mais herbais, minimalistas, eles com certeza irão agradar a toda a família, além de proporcionar uma leveza ao ambiente”, explica a arquiteta. Ela acredita que aromas como capim-limão, erva-doce, verbena, alecrim, citronela, limão siciliano e lavanda são ótimas pedidas.

Crédito: O Paraná

Mas qual é o aroma mais indicado para os diferentes ambientes da casa?

– Banheiro: hortelã-pimenta, pinho, eucalipto, tangerina e alecrim disfarçam aquele cheirinho desagradável criando uma sensação de limpeza;

– Quarto: lavanda é ideal para relaxar depois de um dia exaustivo de trabalho. Outras boas opções são as essências de laranja e gerânio que também acalmam;

– Sala: erva-doce, tangerina ou limão são ideias para locais onde há circulação de pessoas;

– Escritório: alecrim, hortelã, pimenta e aromas herbais ajudam na concentração;

– Cozinha: laranja e limão tiraram o cheiro de gordura;

– Copa: cravo e canela despertam o apetite.

 

Em Decoração
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Postado por <brasilbrokersoficial>
07 jan

Frequentemente as maiores metrópoles ao redor do planeta reformulam seus planos diretores urbanísticos. São Paulo e Salvador são bons exemplos disso. A capital  baiana aprovou as suas novas regras de ocupação da cidade em 2011. Já a capital paulista tem o seu plano em estágio de aprovação. 

O plano diretor é o instrumento básico de um processo de planejamento municipal para a implantação da política de desenvolvimento urbano, norteando a ação dos agentes públicos e privados.

Mas o que poucos sabem é que um acontecimento histórico do século 17 influenciou as grandes cidades a fazerem esse planejamento. No ano de 1666, um incêndio que durou três dias assolou Londres e foi considerado o maior incêndio da Inglaterra. O fogo começou em uma padaria e se alastrou por uma grande área destruindo mais de 13 mil casas e dezenas de igrejas e prédios públicos. O que facilitou a disseminação das chamas foi o fato de que as ruas da capital inglesa serem muito estreitas e, além disso, as casas eram feitas de madeira.

Planta da cidade de Londres no século XVII

O arquiteto Christopher Wren foi o responsável por mudar esse cenário durante a reconstrução de Londres. Dentre as mudanças propostas e executadas por Wren no plano diretor da época estava uma malha urbana com vias largas.

Com a finalidade de proporcionar a oportunidade de se conhecer Londres daquela época, um grupo de estudantes de Game Art Design da De Montfort University recriou a cidade pré-incêndio por meio de computação gráfica. Através do filme, que mais parece um Street View, é possível passear pelas estreitas ruas da capital inglesa e reviver um pouco do modo de vida da época.

 

 

 
Em Inovação
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