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Postado por <brasilbrokersoficial>
31 mai

Segundo matéria publicada essa semana no especial imobiliário do Valor Econômico, o estado de São Paulo conta com 130 mil profissionais, dos quais 13 mil estão na capital. Segundo dados do Conselho Federal do Corretor de Imóveis (Cofeci) os corretores somam 285 mil no país e nos últimos cinco anos houve crescimento de 80%.

Andréa Granja, gerente de recursos humanos da Brasil Brokers, explica que a mão de obra ficou mais escassa por conta do “boom” do mercado. Em contrapartida, aqueles que se identificam com vendas passaram a buscar qualificação, procurando sobretudo empresas que dão esse suporte.

Segundo especialistas no mercado, jovens também começam a se interessar por essa profissão.  A Brasil Brokers começou a perceber, há cerca de três anos, um interesse grande por parte de profissionais que começam a escolher o mercado imobiliário como profissão, relata Andréa. “Com idade entre 26 anos e 45 anos, eles estão interessados em desenvolver uma carreira, e isso é uma novidade. Alguns ainda estão fazendo faculdade e outros já se formaram.”, complementa.

Alguns profissionais tem um interesse maior por essa área, que é o caso dos advogados, segundo Andrea, na Brasil Brokers essa tendência se confirma.

Crédito: Vanis Sweets

Em todo o país a Brasil Brokers conta com mil corretores credenciados, desse total, 44% têm curso superior. O que se percebesse também é diferença entre homens e mulheres, na Brasil Brokers 65% dos corretores são homens e 35% mulheres. “Hoje, temos muitas mulheres e jovens que procuram a faculdade de gestão imobiliária, buscam se qualificar para entrar num mercado promissor, mas competitivo”, diz Granja.

Os requisitos para o sucesso vão além do tino de vendedor. É preciso proatividade, persuasão, perseverança, foco em resultado, boa comunicação, ética e credibilidade, diz a gerente. De acordo com especialistas o perfil dos corretores mudou muito, estão cada vez mais especializados e procurando essa profissão como carreira.  ”O corretor mudou substancialmente, uma década atrás os corretores apenas tiravam pedido, a participação das mulheres girava em torno de 10 a 15%, a idade se concentrava entre 40 e 50 anos e quase não havia profissionais com nível superior”, complementa Andréa.

** Matéria publicada no jornal Valor Econômico no dia 29/05

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