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Postado por <brasilbrokersoficial>
27 nov

A compra da casa própria é uma decisão muito importante para a família. E para que o sonho não vire pesadelo é necessário ter planejamento para dar esse passo. O Blog da Brasil Brokers conversou com o Marlei Feliciano Junior, diretor de Operações da Brasil Brokers Ética, uma das imobiliárias do Grupo no Rio de Janeiro, e pegou algumas dicas sobre como não se endividar.

De acordo com Marlei, o primeiro passo e reunir a família e debater sobre a mudança. Em seguida deve-se avaliar se é válido pagar à vista, caso tenha o dinheiro em mãos para isso, ou se é melhor contrair um financiamento imobiliário. “Há situações em que é mais vantajoso aplicar o dinheiro que seria utilizado para comprar integralmente o imóvel e adquirir o crédito imobiliário e ir quitando aos poucos”, explica o executivo.

Crédito: © Moodboard/Corbis

Caso não se tenha toda a quantia em mãos e se decida pelo crédito imobiliário, é importante verificar se as parcelas do financiamento se adéquam ao padrão de vida da família. Nesse caso, os bancos são bem rigorosos com relação à renda que a família compradora terá que destinar todo mês para o pagamento do crédito imobiliário. “Geralmente o critério dos bancos é de até 30% dos ganhos imobilizados para o pagamento mensal do crédito”, comenta Marlei.

Por fim, o executivo dá uma dica específica para quem pensa em comprar um imóvel usado. “Há casos em que se pode fazer uma proposta de compra ao vendedor sobre os móveis que tem no imóvel que será adquirido. Desse modo, o comprador pode vir a economizar um pouco ao invés de gastar mandando fazer ou comprando o mesmo móvel em uma loja”, finaliza o diretor.

Em Mercado Imobiliário
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Postado por <brasilbrokersoficial>
23 ago

As melhoras no emprego e na renda, atualmente, formam um cenário econômico bastante favorável para a realização de um dos principais sonhos do brasileiro: a compra da casa própria. Esses fatores têm contribuído para fazer com que muitas pessoas troquem o aluguel pelo imóvel próprio. Também tem ajudado a encorajar as pessoas a realizar esse sonho o fato dos juros estarem mais baixos no financiamento imobiliário e o longo prazo para quitar – que pode chegar a 35 anos.

Porém, o comprador precisa estar atento a alguns detalhes. Na hora de assinar o financiamento é necessário fazer as contas para verificar se a prestação caberá no orçamento familiar, já que a dívida será de longo prazo. Mas não precisa ficar assustado com isso, pois os bancos permitem que o mutuário faça amortizações para abater a dívida ao longo do contrato. Nesse caso, uma operação sugerida é abater o saldo devedor e manter o valor da prestação, pois assim será reduzido o tempo do financiamento. 

Uma boa dica é separar um recurso extra como 13º salário, ou qualquer outra economia, para fazer as amortizações. E a pessoa que estiver com dificuldades em bancar o valor total da prestação durante o período do financiamento pode recorrer ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar até 80% da parcela da casa própria e diminuir o valor da despesa mensal. Porém, o prazo do contrato será o mesmo acordado no início. Saiba como usar o FGTS na compra do imóvel residencial.

Imagem: © Wavebreak Media LTD/Wavebreak Media Ltd./Corbis

Em Mercado Imobiliário
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Postado por <brasilbrokersoficial>
01 ago

O mercado imobiliário vem percebendo uma mudança gradativa no comportamento do comprador de imóveis de alto padrão. Cresce entre eles a utilização do crédito imobiliário. De acordo com a área de inteligência imobiliária do Grupo Brasil Brokers, do volume total de vendas dos imóveis comercializados pela companhia e financiados pelo HSBC, no primeiro trimestre deste ano, 37,38% foram de unidades com valores acima de R$ 1 milhão. No mesmo período de 2012, essa fatia era de 22,10%. Em comparação com os primeiros três meses de 2011, esse segmento representava apenas 14,71% do montante do que fora financiado.

Imagem: © Whisson/Jordan/Corbis

De acordo com o diretor nacional de imóveis prontos do Grupo Brasil Brokers, Josué Madeira, alguns fatores colaboram para esse crescimento, como a queda da taxa dos juros.  “Antes, com os juros mais altos para os financiamentos, as pessoas não viam alternativa de investimento que pudesse gerar retorno financeiro superior ao custo do financiamento. Com isso decidiam pagar o imóvel á vista. Já com a redução dos juros, muitos passaram a optar por buscar uma rentabilidade maior em outras alternativas, como exemplo, investindo no negócio próprio.”, explica o executivo.

A valorização dos imóveis nos últimos anos também foi outro fator que ajudou a mudar a visão do público sobre comprar e investir em imóveis utilizando o crédito imobiliário. Tanto que, para Madeira, os fundos imobiliários são vistos hoje com bons olhos na hora de compor um mix de investimentos.

Imagem: © Tammy Hanratty/Corbis

Por fim, também na avaliação do diretor, o brasileiro passou a ter a percepção de que a economia do país encontra-se estável e se sente mais seguro para fazer uma linha de crédito de longo prazo, como é o caso do financiamento imobiliário. “Antes só se pensava em comprar carro desta forma. Os imóveis agora estão ganhando cada vez mais espaço”, finaliza Josué.

Em Mercado Imobiliário
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Postado por <brasilbrokersoficial>
11 abr

Você certamente já ouviu falar do FGTS, mas você sabe como utilizá-lo? O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço pode ser resgatado em diferentes situações, de acordo com as regras existentes para utilização do benefício. Basicamente pode ser usado de 4 maneiras, em se tratando de imóveis residenciais: para dar entrada na compra de um novo ou usado, para amortizar a dívida, zerar o saldo devedor ou pagar parte de cada parcela do financiamento, operação conhecida como abatimento.

Poucas pessoas sabem que o beneficio do FGTS pode ser intermediado por diversos bancos. O HSBC por exemplo, parceiro da Brasil Brokers para crédito imobiliário, também é um grande parceiro nas operações em que os clientes utilizem o FGTS como forma de entrada em um imóvel – seja ele novo ou usado -, e para quitar ou abater uma dívida de financiamento. Para usar o beneficio o cliente não precisa se preocupar com a transação entre a Caixa Econômica Federal, na qual o Fundo é depositado, e o banco, pois essa transação é feita internamente entre as instituições financeiras.

© Oliver Eltinger/Corbis

Confira abaixo algumas das principais regras e como você pode sacar o FGTS para a compra de um imóvel:

– O recurso tem de ser aplicado na aquisição de um imóvel exclusivamente residencial

– Para a aquisição de um imóvel na planta, o beneficiário pode usar o FGTS para dar entrada. O mais correto seria primeiramente acordar com a construtora que parte do pagamento da unidade que se está comprando será paga com FGTS. Em seguida, comunique o banco com o qual pretende realizar o financiamento e deixe que ele se incumbirá de solicitar a documentação necessária à você e a baixa do valor da conta vinculada do FGTS para efetuar o repasse à construtora.

– Junção de benefícios do FGTS entre familiares. É muito comum a família querer juntar as rendas para a compra do imóvel. De acordo com as regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) isso é possível, mas o imóvel sairá no nome de todas as pessoas beneficiadas.

– É necessário ter contribuído por ao menos três anos para o Fundo, mesmo que não sejam consecutivos;

– O imóvel não deve custar mais de R$ 500 mil e ter valor de financiamento superior a R$ 450.000,00;

– O comprador não pode ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) nem ser dono de outro imóvel, concluído ou em construção;

– O dinheiro tem de ser usado num imóvel na cidade em que comprador mora, ou exerça sua ocupação principal.

 Para maiores explicações, seguem os telefones da Central de atendimento do HSBC.

 Capitais e Região Metropolitana 3003-2272

  Demais localidades 0800-721-2272

 

Em Institucional
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Postado por <brasilbrokersoficial>
07 fev

Está pensando em adquirir um imóvel? Então tenha em mente que é necessário estabelecer alguns critérios que devem ser levados em consideração e que ajudam e muito antes de efetuar uma compra.

De acordo com Paola Alambert, diretora de Marketing da Abyara Brokers — uma das imobiliárias do Grupo Brasil Brokers em São Paulo —, definir a região que se deseja comprar é o primeiro passo. “A localização do imóvel é importante para a boa qualidade de vida que o comprador virá a ter. Ele deve avaliar a infraestrutura do bairro, o trânsito, os serviços disponíveis nas redondezas, se possui boas escolas e parques, além de se identificar com a localidade e gostar dela”, explica Paola.

Em segundo lugar, vem a questão do tamanho do imóvel, seja ele um pronto ou um novo. Para ela, deve-se ponderar questões como, por exemplo, se a família vai crescer e em quanto tempo isso deve ocorrer. “Ao perceber que o tamanho do imóvel não lhe é favorável, mudar logo em seguida fica mais complicado”, comenta.

Crédito: © Kate Kunz/Corbis

E por fim, o quanto se pensa em gastar com a compra do imóvel. Este é outro ponto fundamental. Paola lembra que também seja o imóvel novo ou pronto , o comprador vai ter que ter um dinheiro extra para fazer alguma obra necessária, no caso do imóvel pronto, ou para montar o apartamento, que em muitos casos nos novos é entregue sem pisos, armários, box, luminárias, entre outros itens. “Pesquisar as linhas de crédito imobiliário e o quanto de prestação terá capacidade de quitar ajuda a dar esse fôlego com o dinheiro para montar o imóvel”, diz. Nas imobiliárias da Brasil Brokers, o crédito imobiliário está disponível em parceria com o HSBC.

Em Mercado Imobiliário
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