Escolha a Cidade:

Postado por <brasilbrokersoficial>
10 mar

As previsões indicam que dentro de 16 anos a Terra será habitada por uma população de oito bilhões de pessoas. Desse total, dois terços morarão em cidades. Frente a esse cenário, problemas urbanos como o trânsito irão enfrentar grande piora. Para ter uma melhor perspectiva desses dilemas futuros, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) reuniu seis times multidisciplinares de pesquisadores, incluindo muitos arquitetos, com o objetivo de elaborar ideias que visem melhorar a qualidade de vida dos moradores das seis cidades que mais crescem no mundo: Nova York (EUA), Rio de Janeiro (Brasil), Mumbai (Índia), Lagos (Nigéria), Hong Kong (China) e Istambul (Turquia).

Batizado de Uneven Growth, o projeto gerou uma pesquisa intensa sobre intervenções e soluções urbanas sustentáveis e inteligentes espalhadas pelo mundo. As propostas exploram o conceito de urbanismo tático: ações estratégicas improvisadas e baratas que visam gerar a transformação dos centros urbanos, à margem dos poderes oficiais.

No caso do Rio, os arquitetos pensaram num conjunto de soluções inspiradas nos populares “puxadinhos”. Chamado de “Varanda Products”, o pacote oferece módulos feitos com material ecológico e que permitem a fácil expansão de edifícios.

Dentre as soluções idealizadas está “Pantographic Varanda”, uma sacada modular que poderia ser ajustada a qualquer janela, e o “The Papaya Water Funnel”, uma espécie de guarda-chuva invertido que capta a água da chuva e a guarda (filtrada) na caixa d’água.

Crédito: © Dean Northcott/Image Source/Corbis

Vista aérea do Rio de Janeiro. Crédito: © Dean Northcott/Image Source/Corbis

Em Inovação
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Postado por <brasilbrokersoficial>
06 jan

É cada vez maior no Brasil o número de edifícios comerciais com certificados verdes. Nos últimos cinco anos ocorreu um salto de 20 para 497 empreendimentos com chancela de selo sustentável. De acordo com matéria publicada pelo jornal Brasil Econômico, isso é reflexo de uma demanda cada vez maior do mercado. Duas certificações atuam hoje no país: a Leadership in Energy and Environmental Design (Leed) e a Alta Qualidade Ambiental (Aqua-HQE).

Ainda segundo a reportagem, o aumento de profissionais com experiência em projetar e construir edifícios sustentáveis e o avanço da produção nacional de materiais para viabilizar essas obras diminuiu o custo extra da concepção dos prédios. Como consequência direta, alavancou este segmento da construção civil no Brasil. Atualmente a maioria dos projetos de edifícios corporativos em São Paulo e no Rio de Janeiro, são concebidos seguindo princípios sustentáveis, uma vez que os prédios detentores de selos específicos de sustentabilidade oferecem maior retorno financeiro aos investidores e aos operadores.

De acordo com especialistas, a difusão de informação sobre a prática foi essencial para que se houvesse a redução do custo dos projetos. Com a recorrente apresentação de cases de sucesso ao mercado, muitos profissionais da área se interessaram pelo tema e foram buscar capacitação. Para eles, um dos desafios do mercado para a manutenção do crescimento é incentivar a demanda dos selos também no segmento doméstico.

Prédios detentores de selos específicos de sustentabilidade oferecem maior retorno financeiro aos investidores e aos operadores. Crédito: © George Hammerstein /Corbis

Prédios detentores de selos específicos de sustentabilidade oferecem maior retorno financeiro aos investidores e aos operadores. Crédito: © George Hammerstein /Corbis

Em Mercado Imobiliário
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